Subscreva:

Pages

Mostrando postagens com marcador Blog. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Blog. Mostrar todas as postagens

domingo, junho 24

Resgates

Depois de um longo inverno… Outro!
junho 9, 2009 por Aaron
E eu que novamente volto.

Já sem certezas, pois descubro finalmente que toda certeza tem um quê de idiotice. A mesma idiotice de alguns que me fizeram dar um longo tempo nesse tal de mundo cibernético (palavrinha desagradável essa…), no final das contas descobri que punia a mim mesmo. 

Oras bolas, não são os importunados que se retiram?

Ao largar minhas escritas, equiparei-me a eles. Então, essa minha hibernação foi fruto de uma verdadeira avalanche de… idiotices!

Publicado por mim no Moshav Wordpress...

sábado, junho 23

Invictus



Do fundo da noite que me envolve
Escura como o inferno de ponta a ponta
Agradeço a qualquer Deus que seja
Pela minha alma inconquistável

Nas garras do destino
Eu não vacilei nem chorei
Sob as pancadas do acaso
Minha cabeça está sangrenta, mas ereta

Além deste lugar tenebroso
Só se percebe o horror das trevas
E ainda assim, o tempo,
Encontra, e há de encontrar-me, destemido

Não importa quão estreito o portão
Nem quão pesado os ensinamentos
Eu sou o mestre do meu destino
Eu sou o comandante da minha alma.

William Ernest Henley (1849-1903)

sexta-feira, junho 8

Bonsai



A arte do bonsai surgiu na China e foi desenvolvida no Oriente, onde é considerada uma expressão da harmonia entre o céu e a terra, o homem e a natureza. Fundamentos espirituais do Bonsai encontram-se na filosofia de vida oriental, fundada no Taoísmo. Cultivar um bonsai requer muito cuidado e atenção, mas como recompensa traz tranqüilidade para a mente, a sensação de estar conectado com a natureza e ainda, realização interior.  Através dele, seu cuidador revive o ritmo das estações, e nutre dentro de si o poder da criatividade que define como ele molda suas árvores.

O “pun-sai” (nome do Bonsai na China), começou  a ser cultivado por monges budistas e taoístas, como uma forma de trazer os elementos e mistérios das florestas, caminhos que percorriam, para o templo. O cultivo das pequenas árvores exigia concentração e colaborava para a prática da meditação. Há inúmeros mitos e lendas em torno do bonsai chinês, com formas trabalhadas para representar paisagens e imagens que remetem a dragões de fogo, aves e serpentes.

Os mestres chineses de hoje fazem uma distinção entre “pun-sai”e “pun-ching”. A palavra “pun-sai” significa uma árvore plantada em um recipiente sem qualquer paisagem, enquanto “pun-ching”, significa uma árvore que está plantada em um recipiente ou em uma bandeja com traços paisagísticos. A palavra “pen-jing” representa ambas as formas de bonsai.

terça-feira, junho 5

Bairro Coreano Em Jerusalém



Entre a multidão de israelenses e adolescentes americanos nas noites de sábado no calçadão da Rua Bem Yehuda em Jerusalém, um grupo de coreanos cantando hinos chama a atenção.

Um dos sinais mais públicos desta pequena, mas crescente comunidade de sul-coreanos em Israel, muitos dos quais vêm à Terra Santa porque são cristãos evangélicos. Não muito longe da Ben Yehuda, há um restaurante coreano na Rua Shamai e cinco pequenas igrejas coreanas.

"Israel reflete a verdade do Tanach", Yung Doo, um homem coreano com 30 e poucos anos que se mudou para Israel há dois anos com sua família para fazer uma pós-graduação em estudos bíblicos, explica, usando a palavra hebraica para Bíblia. "Esta é a terra de Davi e Saul".

Embora ainda não haja estimativas oficiais, o embaixador da Coréia do Sul em Israel, Ilsoo Kim, estima que existam cerca de 800 coreanos compondo cerca de 300 famílias vivendo em Israel. Este número, segundo ele, vem crescendo nos últimos anos. Eles residem principalmente em torno do Morro Francês e no bairro Pisgat Ze'ev em Jerusalém. "Muitos já vivem aqui há muito tempo", disse Kim. "Isso reflete os seus sentimentos".

A maioria dos coreanos em Israel tem visto de estudante com vários anos de duração. Muitos estudam a Bíblia em universidades israelenses ou na Universidade da Terra Santa, uma escola de pós-graduação cristã, frequentada por asiáticos. Cerca de 30 por cento dos coreanos são cristãos.

Alguns decidem permanecer em Israel. Kim Kyung Ok, 67 anos, é uma coreano-americana que veio de Nova Jersey há três anos com o marido, um pastor, que havia acabado de se aposentar da sua igreja."Não há lugar no mundo como Jerusalém", disse Kyung, que gosta que lhe chamem de Hannah, como a mãe de Samuel na Bíblia, e que pontilha suas conversas com citações da Bíblia.

"Aquele que abençoa os filhos de Abraão será abençoado e quem amaldiçoa Israel, será amaldiçoado", disse ela, citando uma passagem da Bíblia, frequentemente citada por cristãos evangélicos. "O presidente do Irã amaldiçoou Israel. Eu quero ver o que vai acontecer com ele".

Original: Arizona jewish Post
Tradução: By Magal

Mar Oceano



Para além daquelas que hoje se chamam colunas de Hércules, achava-se um grande continente dito Posseidônis ou Atlântis (...) maior que a Ásia e a Líbia tomadas juntas, e dele se podia ir para outras ilhas e destas ilhas novamente para a terra firme que circunda o mar..."

" Apesar de ser uma história estranha é certamente verdadeira."

Platão – Timeu e Crítias


Minha participação no Jornaleco se faz com a publicação do livro Mar Oceano, onde narro as aventuras de um menino curioso que sempre está envolvido em 'aventuras' e delas sempre tira lições.

Mar Oceano é muitas vezes uma viagem, onde navego em sonhos meus, percorrendo como em cartas náuticas um passado muito agradável e deixando sempre vivo o espírito que me moveu e me moldou.

O Mar Oceano não seria possível sem a presença de três grandes homens, meus mestres, mentores e faróis. O Sr. Mathias Schain, meu avô paterno, o Sr. Thomas D Schor, meu avô materno e o meu amado pai Sr. Benjamin Schain. 

Também é peça fundamental para que eu publicasse o Mar Oceano, uma jornalista que me deixa louco as vezes... possuido outras, mas que aprendi a amar imensamente. É a M. R. Karim Blair, minha grande amiga e apoiadora. Serei sempre grato por acreditar em minha pessoa.

Essa é a minha página no Jornaleco: http://www.jornaleco.net/Leco/Index.htm

A ilustração foi criada usando a foto Little boy sitting on palm © Alexander Shalamov.

Jornaleco


Se há algo que tive muito orgulho de participar foi do Jornaleco, que é um jornal ligado a literatura, fundado em 17 de Abril de 2002 na cidade de São Paulo.

Naquele ambiente aprendi muito, cresci e abri a minha mente. Pude dar vazão a meus “recuerdos” e dar vida a alguém que teima em me acompanhar.  Por motivos alheios à razão, deixei de dar continuidade a esse processo de enriquecimento e perdi a chance de subir muitos degraus. Mas tudo tem o seu tempo e ele rege os nossos caminhos.

Então, esse tempo me trás de volta ao Jornaleco. Vejo agora como uma nova oportunidade de retomar o processo, voltar à estrada e exercitar os ensinamentos de meus sábios avós. Crescer é aprender, é agarrar a chance de conhecer, de absorver de quem sabe mais o conhecimento necessário para se ser alguém melhor e mais sábio.

E dessa vez, embarco numa viagem ao lado de grandes colaboradores. Escritores, cronistas de grande capacidade, que colaboram com o Jornaleco a cada mês. Ganharei muito e saberei que estarei sempre muito bem acompanhado.

Anselmo Heidrich
Fátima Silva
Janer Cristaldo
Márcia Denser
Mécia Rodrigues
e
Šwøk

São os colunistas atuais do Jornaleco, a quem me junto com grande orgulho e expectativas!

Clique na imagem para visitar o Jornaleco


sexta-feira, junho 1

Do Magyar Posta



Relendo velhos textos, encontrei algumas respostas para fatos vivido nesses dias de hoje.

São textos do blog Magyar Posta, que mantive por dois anos.

Do Magyar Posta:

"O nosso maior erro consiste em tentarmos colher de cada pessoa em particular as virtudes que elas não têm, e de nos esquecermos de cultivar as que de fato são suas.

Me pego cheio de frustações exatamente por não receber resultados baseados em minhas falsas visões daqueles que me rodeiam. A culpa é toda minha. Quero de cada um aquilo que não podem dar, já que não são aquilo que projeto. Com isso, acabei vendo que muito trabalho, analisado com base no ser real, pode ser até melhor que um suposto trabalho feito ao modo do meu olhar.

A todo modo, começo a achar que boa parte das coisas ruins aqui surgidas, se deram pelo simples fato dos outros tentarem corresponder à minha visão deles. De produzirem trabalhos completamente fora de seus curso natural.

Penitencio-me... Muito do ruim se deu por minha própria culpa.

Preciso mudar isso."

terça-feira, maio 15

Eu Sou O Último Judeu



Muito já foi escrito e filmado sobre a 2ª Guerra Mundial e o Holocausto. Mesmo assim, vez por outra, aparece algo novo. No caso, refiro-me ao livro "Eu Sou o Último Judeu: Treblinka, 1942-1943", publicado pela Zahar. Se algum escritor de ficção ou algum roteirista de cinema tentasse imaginar, descrever, criar Treblinka, creio que não conseguiria. A realidade que foi Treblinka é esmagadora, inimaginável para os padrões mínimos de civilização e, em vários momentos, pensei em parar a leitura; mas, vale a pena ir em frente e terminar o livro.

O primeiro ponto a esclarecer é a diferença entre campo de concentração e campo de extermínio.

Concentração: sistema de encarceramento dos vários "inimigos" do Estado nazista, tais como judeus, comunistas, homossexuais, ciganos etc. Estas pessoas eram obrigadas a trabalhos forçados em prol de várias empresas alemãs, e milhares morreram nesses campos. 

Extermínio: o objetivo único era matar, exterminar, principalmente os judeus.

quarta-feira, maio 9

Roberto Civita Não É Rupert Murdoch

A operação tem todas as características de retaliação pelas várias reportagens da revista das quais biografias de figuras estreladas do partido saíram manchadas, e de denúncias de esquemas de corrupção urdidos em Brasília por partidos da base aliada do governo.

É indisfarçável, ainda, a tentativa de atemorização da imprensa profissional como um todo, algo que esses mesmos setores radicais do PT têm tentado transformar em rotina nos últimos nove anos, sem sucesso, graças ao compromisso, antes do presidente Lula e agora da presidente Dilma Roussef, com a liberdade de expressão.

A manobra se baseia em fragmentos de grampos legais feitos pela Polícia Federal na investigação das atividades do bicheiro Carlinhos Cachoeira, pela qual se descobriu a verdadeira face do senador Demóstenes Torres, outrora bastião da moralidade, e, entre outros achados, ligações espúrias de Cachoeira com a construtora Delta.

As gravações registraram vários contatos entre o diretor da Sucursal de "Veja" em Brasília, Policarpo Jr, e Cachoeira. O bicheiro municiou a reportagem da revista com informações e material de vídeo/gravações sobre o baixo mundo da política, de que alguns políticos petistas e aliados fazem parte.
A constatação animou alas radicais do partido a dar o troco. O presidente petista, Rui Falcão, chegou a declarar formalmente que a CPI do Cachoeira iria "desmascarar o mensalão".

terça-feira, maio 8

O Dia da Grande Vitória



ANDREY BUDAEV

Nos dias 8 e 9 de maio, na Rússia, nos países da Europa, América e em todo o mundo civilizado comemora-se a festa da Vitória sobre o fascismo (1945)


No decorrer da Segunda Guerra Mundial, na sua luta contra o fascismo, o povo soviético teve apoio e assistência de outros países. A coalizão anti-hitlerista tornou-se um exemplo do esforço de países de diferentes ideologias e sistemas políticos no enfrentamento de um inimigo comum e mortal.
O núcleo da coalizão anti-hitlerista incluía, além da União Soviética, a Grã-Bretanha, a França e os Estados Unidos. A partir de 1943, da coalizão anti-hitlerista também fez parte o Brasil. A nação brasileira perdeu naquela guerra – sobretudo nas ações de combate nas frentes da Itália – 1.889 homens. Foram afundados 34 de seus navios e abatidos 22 de seus aviões.

O Mistério do Khazares


Um belo dia Bulan, rei dos khazares, teve um sonho no qual um anjo o exortou a deixar de ser pagão e adotar o Deus único.

Se assim fizesse, seus filhos gozariam de profunda benção, seus inimigos seriam derrotados e seu reinado duraria “até o fim do mundo”. O rei argumenta ao anjo que de coração seguiria seu conselho, mas seu povo tinha “mente pagã” e precisava da ajuda do príncipe em sua empreitada. O anjo então aparece para o príncipe em sonho e parece convencê-lo. A seguir o rei é novamente visitado pelo anjo em sonho, que dessa vez pede para que o rei construa “um local de adoração em que possa habitar o Senhor”. O rei informa ao anjo que não tem recursos para tanto. O anjo tranqüiliza o rei dizendo que ele deve conduzir suas tropas para um país inimigo, “onde o aguarda um tesouro de prata e outro de ouro”.

Com os tesouros em mãos e os pedidos do anjo satisfeitos, faltava agora adotar uma religião. O rei então mandou buscar um cristão e um muçulmano, já havia um judeu em sua corte. Depois de dias de debate dispersou os três e chamou-os separadamente. Ao cristão perguntou qual religião estaria mais próxima da verdade depois da sua, e o cristão respondeu que o judaísmo. Depois chamou o muçulmano e fez a mesma pergunta, e obteve a mesma resposta. Ao final, Bulan, o rei dos khazares converteu a si e a todo seu povo ao judaísmo.

sábado, maio 5

The Book, The Life, The Afterlife



Dos seis milhões de judeus assassinados no Holocausto o único rosto que conhecemos intimamente pertence a Anne Frank. 

Mas este é apenas o ponto de partida de Anne Frank: The Book, The Life, The Afterlife escrito pela romancista e ensaísta Francine Prose, um soberbo trabalho de história, biografia e crítica. Francine Prose tem algo de novo e importante a dizer acerca da jovem cujo diário foi simultaneamente celebrado e explorado, usado e abusado, e a autora rejeita a noção habitual de Anne Frank como “espevitada mensageira adolescente de paz e amor”. 

Em vez disso, Francine Prose aborda de forma corajosa a identidade judaica de Anne Frank, a sua sexualidade, as posições políticas da sua família e as suas ambições literárias — tudo distorcido, quando não meramente ignorado por todos os que têm usado e abusado do diário para seu proveito próprio. Acima de tudo, Francine Prose permite que olhemos para Anne Frank não apenas como uma vítima de um crime contra a humanidade, mas também como uma jovem escritora com um grande talento.

Indicação do Nuno Josué, na Rua da Judiaria.

sexta-feira, abril 20

Planeta Terra


Toda a beleza das imagens e da música.

Matsuri. Kitaro

Images: NatGeo / BBC
Compilation and editing: Perruci


sexta-feira, outubro 28

Shabbat Shalom


"O Criador criou a criação para doar total bondade a ela, o que significa que nos dá oportunidade de doar e amar. Quando nós fizermos isso, significará que Ele nos preenche com todos os prazeres."

quarta-feira, outubro 26

Judeus Russos II


Grand Choral Synagogue - St Petersburg
Aproveitando-se da atividade econômica já exercida por várias famílias judias, Alexandre II começou a beneficiar os judeus pródigos em atividades capitalistas e artísticas para que estes viessem a contribuir para o crescimento econômico da Rússia. 

As duas décadas subseqüentes apresentaram uma explosão na economia russa e em conjunto a isto, muitos judeus se beneficiaram. A atividade banqueira, a construção ferroviária e a mineração destacaram famílias judias que até chegaram a obter títulos de nobreza. 

sexta-feira, outubro 21

Ver Chifres Em Cabeça de Cavalo


A volta da insanidade.

A cada dia me pego acreditando que o tempo passa e nada muda. Sim, é verdade que passamos por alguns momentos breves de calmaria, pequenos intervalos onde as mentes se deixam tomar pela razão, mas infelizmente isso dura muito pouco e logo uma sombra teima em pairar sobre alguns. Esses acabam trazendo a escuridão nos pensamentos e são seguidos por aqueles que se vêem incapazes de definir um pensamento próprio.


quarta-feira, outubro 19

E Eu Não Esperava...


Agradeço a indicação e o prêmio concebido ao Moshav.
Fico feliz com o carinho do Mika e também com a sua generosidade.

domingo, outubro 16

Um Nome



Moshav (em hebraico, מושב; translit. moshav; plural: moshavim, "assentamento, vila") é um tipo de comunidade rural cooperativa israelense que combina fazendas geridas privadamente e coletivização de serviços, como a comercialização de produtos e algumas vezes indústria leve. Semelhante ao kibutz, esta modalidade de assentamento foi introduzida pelo Sionismo trabalhista durante a segunda onda de imigração judaica, no início do século XX.
A terra dos moshav pertence ao Estado ou ao Fundo Nacional Judeu. Os primeiros moshavim bem sucedidos foram organizados nos anos 1920. Novos imigrantes foram encaminhados e esses assentamentos nos primeiros anos do Estado de Israel.
Um residente ou membro de um moshav chama-se moshavnik (em hebraico, מוֹשַׁבְנִיק).