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quarta-feira, novembro 23

Nunca Faça O Mal

No início dos ensinamentos do Budha Shakyamuni, todo o seu ensinamento e regras condensavam-se assim, no Verso dos Sete Budhas:

Nunca faça o mal
Faça sempre o bem
Purifique a Mente

Esses são os ensinamentos de todos os Budhas.

domingo, novembro 6

A Árvore Da Felicidade

A árvore da felicidade é uma planta que está muito ligada a uma tradicional lenda japonesa.  

“Existiu no antigo Japão a lenda de uma árvore mágica que diziam trazer felicidade e realizações a todos que passassem por ela. A pequena Haru morava numa aldeia com sua família e vivia em dificuldades, já ouvira sua avó contar essa lenda, tendo o sonho infantil de encontrar essa árvore. Certa manhã, ela e Anisan, seu irmão, brincavam pelas redondezas quando viram um velhinho sentado em uma pedra e dele se aproximaram. Descobriram que aquele homem vinha de muito longe em busca da Árvore da Felicidade…

domingo, outubro 30

O Homem Da Mezuzá


Monte Belo é um bairro muito próximo do meu.  Eles separam-se tão somente pelas ruas quase planas do bairro do Castelo Branco, esse, um logradouro ladeado pelos verdes infinitos do Parque da Cidade que nessa estação se enfeita de roxos, amarelos e brancos dos ipês floridos. Porém, algo bem maior distancia Monte Belo do meu bairro. O meu é um bairro de prisioneiros, de gente que se cerca de muros altos, grades pontiagudas e guaritas em cada esquina. Monte Belo por sua vez, é aberto. As casas se abrem para ruas com muita gente, avôs e avós sentados em baixo das sombras das arvores e gritos de crianças pulando as calçadas irregulares. Algumas ruas, com jardineiras floridas e sacadas debruçadas para o movimento. É um bairro sinuoso, ondulado e dramático. A pobreza não se revela. Ela é afastada das principais vias, espalha-se secretamente em estreitas ruas, nos sopés dos morros, atrás dos prédios comerciais da movimentada Rua do Comércio. Ali se vive em ruas estreitas de portas que dão para outras portas, de casas e sobrados que multiplicam-se em labirintos quase sem fim. É como se uma casbá fosse.

terça-feira, outubro 25

Mais Do Mesmo


Ofereço aos meus críticos mais uma boa oportunidade de sentirem-se vencedores.

Descia displicente a Rua da Aurora, em meio ao passar dos adeptos de caminhadas de final de tarde no Parque das Rosas, quando ouço o meu nome. Voltei-me e lá estava o Martinez. Magro, estático, longilíneo e pálido como uma coluna neoclássica. Mas ainda exibindo o velho riso que a muitos contagiou. Não o via há meses e a nossa última conversa não fora das melhores. Na verdade desde quando decidi afastar ao Martinez do meu circulo de amigos, as nossas conversas se caracterizam pela absoluta falta de relevância.  Ele deu alguns passos em minha direção e estendeu-me a mão.

segunda-feira, outubro 24

Cumplicidades



Depois de uma hora e meia ao telefone percebi que não vira o tempo passar.
Uma chamada para apenas acertar o envio de alguns documentos, acabou se transformando em uma longa conversa sobre nossos dias e vidas. Uma boa oportunidade de voltar a ouvir suas opiniões sobre meus projetos e planos, fazer do meu avô um oportuno conselheiro. Eu não podia deixar a oportunidade escapar, porém, lembrei dos fusos horários, de seus hábitos noturnos e encaminhei as despedidas. Ele sorriu e brincou que deveríamos ter outra conversa de Budapest.


quarta-feira, outubro 19

E Eu Não Esperava...


Agradeço a indicação e o prêmio concebido ao Moshav.
Fico feliz com o carinho do Mika e também com a sua generosidade.

Amizade. Por Vinícius de Morais



Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me.